sexta-feira, 25 de maio de 2012


Esse cheiro de morte, tão forte
bate na sorte.
Benze o que der, engole o que vier
fica à pé.

A cama fria,
chupa o choro quente.
Enquanto não é dia,
seca, segue a mente.

E as pálpebras são viagem,
que do avesso fazem
meu sono em traça,
minha sanidade em fumaça.

Um comentário:

Karina Andrade disse...

Gostei do seu blog. O texto é incrível.
Estou seguindo! siga o meu: http://sentimentosfeericos.blogspot.com.br
É singelo, mas é de coração. Abraços carinhosos!