Esse cheiro de morte, tão forte
bate na sorte.
Benze o que der, engole o que vier
fica à pé.
A cama fria,
chupa o choro quente.
Enquanto não é dia,
seca, segue a mente.
E as pálpebras são viagem,
que do avesso fazem
meu sono em traça,
minha sanidade em fumaça.
Um comentário:
Gostei do seu blog. O texto é incrível.
Estou seguindo! siga o meu: http://sentimentosfeericos.blogspot.com.br
É singelo, mas é de coração. Abraços carinhosos!
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